PSOL BETIM

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Partido Socialismo e Liberdade

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Informação.


clóvis rossi

janela para o mundo

22/06/2012 - 14h06

Uma guerra que deveria ser de todos

Ao assumir a Presidência do México, em 2006, Felipe Calderón pôs as Forças Armadas para combater o crime organizado, em especial o narcotráfico, que é o eixo em torno do qual gira boa parte das demais atividades criminosas.
No domingo que vem, 1 de julho, 49 milhões de mexicanos vão às urnas para eleger o sucessor de Calderón. Nenhum dos candidatos --nem mesmo Josefina Vázquez Mota, do mesmo Partido de Ação Nacional de Calderón-- defede a continuação da guerra frontal ao narcotráfico.
O uso das Forças Armadas em tarefas teoricamente policiais foi então um fracasso? Não é bem assim, a julgar por pesquisa recente em que 80% dos consultados se disseram favoráveis a continuar com o Exército nessa guerra. Uma porcentagem expressiva por si só mas que se torna ainda mais significativa quando se considera que há uma divisão de opiniões a respeito do resultado da guerra: 47% acham que está havendo avanços, mas 49% ou acham que está igual ao que sempre foi (19%) ou que a guerra está sendo perdida (30%).
É possível que essa percepção relativamente negativa se deva ao fato de que a guerra de Calderón provocou 50 mil mortes nos seus seis anos de mandato, uma cifra colossal. O governo alega --e parece ter razão-- que mais de 80% das mortes são causadas por choques entre os cartéis do narcotráfico.
Seja como for, o noticiário a respeito do México é dominado por corpos espalhados por toda a parte, por cabeças separadas dos corpos, pelos cadáveres que aparecem pendurados em pontes em cidades como Monterrey, por exemplo, importante centro econômico.
Comenta Robert C. Bonner, com a experiência de quem trabalhou na famosa DEA norte-americana, a agência anti-narcóticos e também como comissário da agência de Proteção de Fronteiras: "Qualquer que seja o vencedor [das eleições do dia 1.o] terá que enfrentar o mais destacado desafio colocado ao país hoje, que é a batalha contra os cartéis da droga. E, apesar de todas as manchetes negativas, o próximo presidente descobrirá que o governo fez grandes ganhos nos últimos cinco anos no caminho para derrotá-los".
Por quê então os candidatos fogem da questão, limitando-se a dizer platitudes a respeito dela? Muito provavelmente porque o inimigo é poderoso. Não apenas pelas armas que empunha mas pelo volume de negócios que opera.
Vanda Felbab-Brown, especialista da Brookings Institution, calcula que o tráfico de drogas responde por entre 3% e 4% do Produto Interno Bruto mexicano, algo em torno de US$ 30 bilhões (R$ 61 bilhões). Emprega, além disso, pelo menos um milhão de pessoas em um país de 49 milhões de eleitores.
A omissão dos candidatos impede que se debatam, durante a campanha, eventuais alternativas à guerra nos termos definidos pelo presidente Calderón. É um debate que interessa obviamente ao Brasil que tem um problema sério de crime organizado, como todo o mundo sabe, e que não consegue combatê-lo sem recorrer subrepticiamente às Forças Armadas, como no caso da recuperação pelo Estado de algumas favelas do Rio.
Mais: a taxa de homicídios no Brasil é superior à do México. São 25 por 100 mil habitantes contra 18 (dados de 2011). Logo, seria conveniente acompanhar a experiência mexicana mais de perto, ainda mais que Calderón andou arranhando a ideia de propor a descriminalização das drogas como forma de enfrentar o problema --um tema que aparece e desaparece, no Brasil e na América Latina, com igual facilidade.
Em discurso à Assembleia Geral das Nações Unidas, Calderón afirmou o óbvio: a maneira de derrubar os cartéis é cortar a demanda. Mas --acrescentou-- se for impossível, os governos seriam obrigados a considerar "alternativas de mercado", um eufemismo para legalizar a venda.
O presidente uruguaio José Mujica, aliás, acaba de adotar uma "alternativa de mercado" para pelo menos um droga, a maconha, ao enviar projeto de lei ao Congresso tornando o Estado o vendedor único da erva.
Enfim, é o tipo do assunto que precisa ser encarado de uma vez. A alternativa é trancar-se em casa para evitar os arrastões nos restaurantes e blindar as casas/apartamentos para evitar os arrastões nelas e neles.
Clóvis Rossi
Clóvis Rossi é repórter especial e membro do Conselho Editorial da Folha, ganhador dos prêmios Maria Moors Cabot (EUA) e da Fundación por un Nuevo Periodismo Iberoamericano. Assina coluna às terças, quintas e domingos no caderno "Mundo". É autor, entre outras obras, de "Enviado Especial: 25 Anos ao Redor do Mundo e "O Que é Jornalismo". Escreve às terças, quintas e domingos na versão impressa do caderno "Mundo" e às sextas no site.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

TER ATENÇÃO É OBRIGATÓRIO...CUIDADO COM O QUE LIDO NO PASSADO E VISTO NO FUTURO.


18/06/2012 - 14h08

Maluf afirma que fez aliança com PT por 'amor a São Paulo'

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BERNARDO MELLO FRANCO
DIÓGENES CAMPANHA
DE SÃO PAULO
Atualizado às 14h26.
Em ato em que formalizou o apoio do PP à candidatura de Fernando Haddad (PT) à Prefeitura de São Paulo, o deputado Paulo Maluf (PP-SP) negou nesta segunda-feira relação da aliança com a nomeação de um indicado seu no Ministério das Cidades.
O deputado disse não conhecer Osvaldo Garcia, nomeado secretário nacional de saneamento ambiental do Ministério das Cidades na última sexta-feira e afirmou que apoiará o pré-candidato do PT em São Paulo, Fernando Haddad, "por amor a São Paulo".
Questionado sobre o pepista no ministério Maluf disse: "Não conheço ele. Parece que é do Paraná. É do PP do Paraná."
A aliança foi fechada hoje na casa de Maluf, no Jardim Europa, com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do presidente do PT, Rui Falcão, além de malufistas históricos, como o vereador Wadih Mutran (PP).
Rodrigo Coca/Fotoarena/Folhapress
Maluf (à dir.) com Haddad e Lula em sua casa em evento para selar aliança com PT
Maluf (à dir.) com Haddad e Lula em sua casa em evento para selar aliança com PT
"É o nosso candidato porque eu amo São Paulo. E por amor a São Paulo eu tenho plena convicção de que São Paulo vai precisar do governo federal para resolver seus problemas."
Esta será a primeira vez que PT e Maluf serão aliados no primeiro turno de uma eleição na capital paulista.
"Nós não devemos olhar pelo retrovisor. Temos de olhar pelo para-brisa. Quem olha pra trás, não olha para a frente."
Maluf se dispôs a participar do programa de Haddad na TV, mas desconversou sobre a possibilidade de subir ao palanque com o petista.
"No que ele precisar de mim e do partido, vamos estar com ele. Hoje o palanque não tem mais, porque é proibido você levar artistas. No palanque eletrônico, se ele precisar, estou aqui."
Maluf disse ainda que divergências ideológicas com o PT não existem mais.
"Não tem mais no mundo esquerda e direita", disse Maulf. "O que tem hoje é "efficacité" [eficácia em francês]. Eu fiz a minha opção por uma parceria estratégica com o governo federal."

sábado, 16 de junho de 2012

A PIZZA ESTÁ QUASE PRONTA... FALTA ALGUNS INGREDIENTES PARA A SUA FINALIZAÇÃO.


16/06/2012 - 11h37

Advogado faz novo pedido de liberdade para Carlinhos Cachoeira

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RUBENS VALENTE
DE BRASÍLIA
O advogado de Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, entrou na manhã de hoje com um novo pedido de liberdade no Tribunal de Justiça do Distrito Federal. O habeas corpus pede que o empresário seja solto da penitenciária da Papuda, em Brasília.
Cachoeira foi preso em fevereiro, durante a Operação Monte Carlo, sob suspeita de contravenção e corrupção.
Ontem, o empresário obteve um habeas corpus do desembargador do TRF (Tribunal Regional Federal) da 1ª Região, Tourinho Neto, mas continuou preso por conta de outra ordem de prisão emitida pela Justiça de primeira instância do Distrito Federal na Operação Saint Michel. O pedido de liberdade apresentado hoje é contra essa segunda ordem de prisão.
O novo pedido será direcionado ao desembargador que hoje atende pelo plantão do tribunal, Sérgio Bittencourt. Como se trata de réu preso, o caso tem preferência no plantão e a decisão pode ser dada a qualquer momento.
"A Saint Michel é derivada da Monte Carlo e os eventuais crimes analisados nela são muito menos graves [formação de quadrilha e tráfico de influência]. Assim, não tem sentido o réu
permanecer preso após a decisão do Tribunal Regional Federal", disse o advogado Augusto Botelho, do escritório do ex-ministro da Justiça (2003-2007) Márcio Thomaz Bastos.
No habeas corpus, os advogados de Cachoeira pedem que em caso de liberdade sejam adotadas as mesmas medidas restritivas previstas na decisão de Tourinho Neto. Em seu despacho, o desembargador observou que Cachoeira não deve manter contato com uma série de pessoas acusadas no mesmo processo, deve se apresentar mensalmente à Justiça e não deve se ausentar de Goiânia (GO).
Dos suspeitos presos pela Operação Monte Carlo no último dia 29 de fevereiro, Cachoeira é o único que permanece na cadeia. Os outros foram soltos por decisão da Justiça.
Sergio Lima - 22.mai.2012/Folhapress
Cachoeira ao lado do advogado Márcio Thomaz Bastos durante depoimento à CPI no Congresso
Cachoeira ao lado do advogado Márcio Thomaz Bastos durante depoimento à CPI no Congresso

terça-feira, 12 de junho de 2012

Cuidado... não perca a memória.


Uma Urgente Aula de História
 
O Futuro do PT
 
 
(Lúcia Hippólito)
 
 
“Nascimento” do PT:
O PT nasceu de cesariana, há 29 anos. O pai foi o movimento sindical, e a mãe, a Igreja Católica, através das Comunidades Eclesiais de Base.
 
Outros orgulhosos padrinhos foram os intelectuais, basicamente paulistas e cariocas, felizes de poder participar do crescimento e um partido puro, nascido na mais nobre das classes sociais, segundo eles: o proletariado.
 
Crescimento” do PT:
O PT cresceu como criança mimada, manhosa, voluntariosa e birrenta. Não gostava do capitalismo, preferia o socialismo. Era revolucionário. Dizia que não queria chegar ao poder, mas denunciar os erros das elites brasileiras.
O PT lançava e elegia candidatos, mas não "dançava conforme a música". Não fazia acordos, não participava de coalizões, não gostava de alianças. Era uma gente pura, ética, que não se misturava com picaretas.
O PT entrou na juventude como muitos outros jovens: mimado, chato e brigando com o mundo adulto.
Mas nos estados, o partido começava a ganhar prefeituras e governos, fruto de alianças, conversas e conchavos. E assim os petistas passaram a se relacionar com empresários, empreiteiros, banqueiros.
Tudo muito chique, conforme o figurino.
 
“Maioridade” do PT:
E em 2002 o PT ingressou finalmente na maioridade. Ganhou a presidência da República. Para isso, teve que se livrar de antigos companheiros, amizades problemáticas. Teve que abrir mão de convicções, amigos de fé, irmãos camaradas.
 
Pessoas honestas e de princípios se afastam do PT.
A primeira desilusão se deu entre intelectuais. Gente da mais alta estirpe, como Francisco de Oliveira, Leandro Konder e Carlos Nelson Coutinho se afastou do partido, seguida de um grupo liderado por Plínio de Arruda Sampaio Junior.
Em seguida, foi a vez da esquerda. A expulsão de Heloisa Helena em 2004 levou junto Luciana Genro e Chico Alencar, entre outros, que fundaram o PSOL.
Os militantes ligados a Igreja Católica também começaram a se afastar, primeiro aqueles ligados ao deputado Chico Alencar, em seguida, Frei Betto.
E agora, bem mais recentemente, o senador Flávio Arns, de fortíssimas ligações familiares com a Igreja Católica.
Os ambientalistas, por sua vez, começam a se retirar a partir do desligamento da senadora Marina Silva do partido.
 
Quem ficou no PT?
Afinal, quem do grupo fundador ficará no PT? Os sindicalistas.
Por isso é que se diz que o PT está cada vez mais parecido com o velho PTB de antes de 64.
Controlado pelos pelegos, todos aboletados nos ministérios, nas diretorias e nos conselhos das estatais, sempre nas proximidades do presidente da República.
Recebendo polpudos salários, mantendo relações delicadas com o empresariado. Cavando benefícios para os seus. Aliando-se ao coronelismo mais arcaico, o novo PT não vai desaparecer, porque está fortemente enraizado na administração pública dos estados e municípios. Além do governo federal, naturalmente.
É o triunfo da pelegada.
 
Lucia Hippolito
 
O PERIGO É O SILÊNCIO
Eu pediria a todos que receberem esse e-mail o favor de ler o texto por inteiro, com calma e atenção e, se puder e entender que seja pertinente, gastar um tempinho, para reenviá-lo a todos da sua lista.
 
Diamantina, Interior de Minas Gerais, 1914.
 
O jovem 'Juscelino Kubitschek', de 12 anos, ganha seu primeiro par de sapatos.
Passou fome. Jurou estudar e ser alguém. Com inúmeras dificuldades, concluiu o curso de Medicina e se especializou em Paris.
Como Presidente, modernizou o Brasil.
Legou um rol impressionante de obras e; humilde e obstinado, era (E AINDA É) querido por todos.
Brasília, 2003.
 
Lula assume a presidência. Arrogante, se vangloria de não haver estudado.
Acha bobagem falar inglês. 'Tenho diploma da vida', afirma. E para ele basta.
Meses depois, diz que 'ler é um hábito chato'.
 
Quando era 'sindicalista', percebeu que poderia ganhar sem estudar e sem trabalhar - sua meta até hoje.
 
Londres, 1940.
 
Os bombardeios são diários, e uma invasão aeronaval nazista é iminente.
O primeiro-ministro W. Churchill pede ao rei George VI que vá para o Canadá.
Tranqüilo, o rei avisa que não vai.
Churchill insiste: então que, ao menos, vá a rainha com as filhas. Elas não aceitam e a filha entra no exército britânico; como 'Tenente-Enfermeira', e, sua função é recolher feridos nos bombardeios.
Hoje ela é a 'Rainha Elizabeth II'.
Brasília, 2005.
 
A primeira-dama (? que nada faz para justificar o título) Marisa Letícia, requer 'cidadania italiana' - e consegue.
Explica, candidamente, que quer 'um futuro melhor para seus filhos'.
 
E O FUTURO DOS NOSSOS FILHOS, CIDADÃOS E TRABALHADORES BRASILEIROS?
 
Washington, 1974.
 
A imprensa americana descobre que o presidente Richard Nixon está envolvido até o pescoço no caso Watergate. Ele nega, mas jornais e o Congresso o encostam contra a parede, e ele acaba confessando.
Renuncia nesse mesmo ano, pedindo desculpas ao povo.
Brasília, 2005.
 
Flagrado no maior escândalo de corrupção da história do País, e tentando disfarçar o desvio de dinheiro público em caixa 2, Lula é instado a se explicar.
Ante as muitas provas, Lula repete o 'eu não sabia de nada', e ainda acusa a imprensa de persegui-lo.
Disse que foi 'traído', mas não conta por quem.
 
Londres, 2001.
 
O filho mais velho do primeiro-ministro Tony Blair é detido, embriagado, pela polícia.
Sem saber quem ele é, avisam que vão ligar para seu pai buscá-lo.
Com medo de envolver o pai num escândalo, o adolescente dá um nome falso.
A polícia descobre e chama Blair,' que vai sozinho à delegacia buscar o filho'.
Pediu desculpas ao povo pelos erros do filho.
Brasília, 2005.
 
O filho mais velho de Lula é descoberto recebendo R$ 5 milhões de uma empresa, financiada com dinheiro público. Alega que recebeu a fortuna vendendo sua empresa, de fundo de quintal, que não valia nem um décimo disso.
 
O pai, raivoso, o defende e diz que não admite que envolvam seu 'filhinho nessa sujeira'? ? ?
 
Nova Délhi, 2003.
 
O primeiro-ministro indiano pretende comprar um avião novo para suas viagens.
Adquire um excelente, brasileiríssimo 'EMB-195', da 'Embraer', por US$ 10 milhões.
Brasília, 2003.
 
Lula quer um avião novo para a presidência. Fabricado no Brasil não serve.
Quer um dos caros, de um consórcio franco-alemão. Gasta US$ 57 milhões e,
AINDA, manda decorar a aeronave de luxo nos EUA. 'DO BRASIL NÃO SERVE'.
 
E você, já decidiu o que vai fazer nos próximos minutos?
Vamos repassar esse e-mail para nossos contatos!
Vamos dar ao BRASIL uma nova chance!
Ele precisa voltar para o caminho da dignidade.
Nós não merecemos o desgoverno que se instalou em nosso País e temos a OBRIGAÇÃO de acordar e lutar antes que seja tarde.
 
'O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons.'
Martin Luther King

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Que solução ou remédio têm o Brasil ? Outubro está chegando e pode ser decisivo com início de mudanças.


Veríssimo
Eu tomo um remédio para controlar a pressão.
Cada dia que vou comprar o dito cujo, o preço aumenta.
Controlar a pressão é mole.
Quero ver é controlar o preção.
Tô sofrendo de preção alto.
O médico mandou cortar o sal.
Comecei cortando o médico, já que a consulta era salgada demais.
Para piorar, acho que tô ficando meio esquizofrênico. Sério!
Não sei mais o que é real.
Principalmente, quando abro a carteira ou pego extrato no banco.
Não tem mais um Real.
Sem falar na minha esclerose precoce.
Comecei a esquecer as coisas:
Sabe aquele carro? Esquece!
Aquela viagem? Esquece!
Tudo o que o presidente prometeu e os demais políticos? Esquece!
Podem dizer que sou hipocondríaco, mas acho que tô igual ao meu time: - nas últimas.
Bem, e o que dizer do carioca?
  Já nem liga mais pra bala perdida...
Entra por um ouvido e sai pelo outro.

Faz diferença...

"A diferença entre o Brasil e a República Checa é que, a República Checa, tem o governo em Praga e o Brasil tem essa
praga no governo"

Luiz Fernando Veríssimo
*"Não tem nada pior do que ser hipocondríaco num país que não tem remédio"...

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Creio que na minha cidade BETIM estes 25% da receita nunca foram aplicados na educação local.


04/06/2012 - 07h46

52 cidades não usam o mínimo em educação

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FLÁVIA FOREQUE
DE BRASÍLIA
Em 2010, 52 cidades e dois Estados não aplicaram o mínimo exigido pela Constituição em educação --25% da receita. Os números fazem parte do balanço mais recente do Siope, sistema eletrônico vinculado ao FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), que consolida as informações encaminhadas por prefeituras e governos.
"Ele tem que demonstrar o cumprimento [da lei]. Se não, as transferências voluntárias com órgãos do governo federal não podem ser efetivadas", afirma Paulo Malheiro, coordenador do sistema.
Mas há transferências que não são afetadas: convênios nas áreas de educação, saúde e assistência social podem ser feitas independentemente do cumprimento da regra.
Mas boa parte dos municípios e Estados conseguem garantir a continuidade dos repasses federais. Isso porque tribunais de contas de Estados e municípios consideram alguns itens como despesas em educação que não são avalizados pelo sistema.
É o caso do valor gasto com o pagamento de inativos da educação, aceito por tribunais no cálculo de investimento no setor, mas desconsiderado pelo Siope.
"É uma questão de interpretação", afirma José Clóvis de Azevedo, secretário de Educação do Rio Grande do Sul. Segundo números do Siope, o Estado investiu menos de 25% em educação nos últimos cinco anos -em 2010, o índice foi de 19,7%.
Segundo Azevedo, esse índice, porém, foi de 26,9%. Ele admite que dos R$ 4,8 bilhões destinados à educação naquele ano, R$ 1,2 bilhão foram pagos aos inativos do setor.
Daniel Cara, coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação destaca dificuldade em comprovar as informações encaminhadas pelos entes da federação. "O Siope é um avanço fundamental, mas está distante de refletir a realidade."
Presidente da CNM (Confederação Nacional dos Municípios), Paulo Ziulkoski alega que uma das formas de sanar o problema é aumentar a participação da União no financiamento do setor.
O aumento do percentual do PIB (Produto Interno Bruto) destinado à educação é uma das principais polêmicas do Plano Nacional de Educação, em debate no Congresso Nacional.
Entidades ligadas ao setor defendem uma reserva de 10% do PIB para a educação. Atualmente, esse percentual é estimado em 5%.

domingo, 3 de junho de 2012

Problemas a vista...


DESAJUIZADOS


Não bastasse a CPMI do Cachoeira, que está em andamento no Congresso e o mesmo remoendo com o julgamento do MENSALÃO, o país se vê com a entrada de greve das universidades federais e a COMISSÃO DE JURISTAS (que discute a reforma do código penal no senado) aprovou dia 28/05 (entre eles) a discriminação do uso de drogas (maconha), deixando a decisão para o Congresso Nacional que acredito não ter muita moral para tal.

Estou repetitivo não é mesmo? Mas, mesmo repetindo alguns assuntos específicos, percebemos que não guardamos nada, não entendemos nada e nada lembramos. Esquecemos fatos com uma facilidade sem precedentes. As roubalheiras vão acontecendo, alguns sentindo-se pressionados por terem alguém ou estarem diretamente envolvidos. Desvios de verbas públicas passando de mão em mão numa verdadeira lavagem de Pilatos. O Governo Federal ainda com graves problemas para sumir com a fome do povo conforme anunciado. Alguns outros, do governo, que não conseguem largar do osso, fica transitando em alguns departamentos palpitando em quase tudo sem ter sido convidado. Este é o país que sediará vários eventos até 2016 que não criou maturidade para entender tais bombardeios MORAIS.

Cuidado... ganharão força a marcha da maconha. Os traficantes entrarão em greve. Haverá provavelmente diminuição no efetivo da segurança pública. Os usuários de drogas (consumidores) terão que pagar um DARF ou DAE para fumarem ou cultivarem em reserva própria; terão os mesmos uma BRECHA no código florestal, no intuito de salvar nossas nascentes, riachos, etc., responsabilidade de reflorestamento como mata ciliar e terão desconto considerável pela atitude (por pagarem impostos e proteger a natureza) e por alto declararem dependentes. As forças armadas federais contabilizarão um ganho monstruoso, não haverá mais a necessidade de se abater aeronaves suspeitas, gastando mísseis desnecessariamente, bem como destruindo pistas clandestinas. A natureza agradecerá por não acontecer mais queimadas em plantações de maconha, estas serão consideradas reservas de condomínio fechado ou Cooperativa do fumo com vários sócios dependentes. Enfim, não terão gastos de todas as ordens para manutenção do efetivo federal, será uma economia considerável para a UNIÃO.

Este país tem jeito? O Primeiro Ministro da China disse que sim se respeitar fielmente 10 itens apontados por ele, no que aproveito para fazer as minhas as ideias dele. Na verdade nós precisamos é de coragem e isto pode ser iniciado este ano, em OUTUBRO.

Antônio Fernando P.de Jesus – OSN / PSOL Betim – MG 

sábado, 2 de junho de 2012

Temos que mudar certos conceitos e preparamos para o que vem por aí. Pensemos melhor no futuro para as nossas crianças com carinho. É sério...


02/06/2012 - 08h07

Cientistas israelenses desenvolvem maconha medicinal sem 'barato'

DA BBC BRASIL
Cientistas da Universidade Hebraica de Jerusalém desenvolveram um tipo de maconha medicinal, neutralizando a substância THC, que gera os efeitos cognitivos e psicológicos conhecidos como "barato".
De acordo com a professora Ruth Gallily, especialista em imunologia da Universidade Hebraica de Jerusalém, a segunda substância mais importante da cannabis -o canabidiol (CBD)-- tem propriedades "altamente benéficas e significativas" para doentes que sofrem de diabetes, artrite reumatóide e doença de Crohn.
Z. Klein/BBC Brasil
Folha da plantação da empresa Tikkun Olam
Folha da plantação da empresa Tikkun Olam
Gallily, que estuda os efeitos medicinais da cannabis há 15 anos, disse à BBC Brasil que o CBD que se encontra na planta "não gera qualquer fenômeno psicológico ou psiquiátrico e reprime reações inflamatórias, sendo muito útil para o tratamento de doenças autoimunes".
"Obtivemos resultados fantásticos nas experiências que fizemos in vitro e com ratos, no laboratório da Universidade Hebraica", afirmou a cientista, que é professora da Faculdade de Medicina.
De acordo com ela, após o tratamento com o CBD, o índice de mortalidade em consequência de diabetes nos animais foi reduzido em 60%, tanto em casos de diabetes tipo 1 como tipo 2.
"Para pacientes idosos que sofrem de artrite reumatoide, o uso da cannabis pode ter efeitos maravilhosos e melhorar muito a qualidade de vida", disse Gallily.
"Constatamos em nossas experiências que o CBD leva à diminuição significativa e muito rápida do inchaço em consequência da artrite."
A pesquisadora afirma que remédios à base de CBD seriam muito mais baratos que os medicamentos convencionais no tratamento dessas doenças.
A empresa Tikkun Olam obteve a licença do Ministério da Saúde israelense para desenvolver a maconha medicinal e cultiva diversas variedades da planta em estufas na Galileia, no norte de Israel.
Z. Klein/BBC Brasil
Plantação de maconha da empresa Tikkun Olam
Plantação de maconha da empresa Tikkun Olam
PACIENTES
De acordo com Zachi Klein, diretor de pesquisa da Tikkun Olam, mais de 8.000 doentes em Israel já são tratados com cannabis, a qual recebem com receitas médicas autorizadas pelo Ministério da Saúde.
De acordo com Klein, a empresa pretende desenvolver um tipo de maconha com proporções diferentes de THC e canabidiol, para poder ajudar a diversos tipos de pacientes.
"Há pacientes para os quais o THC é muito benéfico, pois ajuda a melhorar o estado de espírito e abrir o apetite", afirmou.
Ele diz ainda que, em casos de doentes de câncer, a cannabis em seu estado natural, com o THC, pode melhorar a qualidade de vida, já que a substância provoca a fome conhecida como "larica", incentivando os pacientes a se alimentarem.
O psiquiatra Yehuda Baruch acredita que "o CBD tem significados medicinais fortes que devem ser examinados". Baruch, que é o responsável pela utilização da maconha medicinal no Ministério da Saúde, disse à BBC Brasil que "sem o THC, a cannabis será bem menos atraente para os traficantes de drogas".
O psiquiatra afirmou que nos próximos meses o Ministério da Saúde dará inicio a um estudo sobre os efeitos do THC e do CBD em pacientes que sofrem dores crônicas.
O experimento será feito com 50 pacientes, que serão divididos em dois grupos. Um grupo receberá cannabis com alto nível de THC e baixo nível de CBD e o segundo receberá mais canabidiol do que THC.
Depois de um mês os grupos serão trocados e, durante a experiência, os pacientes preencherão questionários avaliando as alterações na intensidade da dor.