PSOL BETIM

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Partido Socialismo e Liberdade

domingo, 11 de novembro de 2012

Vai ver ELA não sabia...


11/11/2012 - 04h54

Presidência destinou verba a jornais que não existiam

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BRENO COSTA
LEANDRO COLON
DE BRASÍLIA
FABIO LEITE
DE SÃO PAULO
A Presidência da República gastou R$ 135,6 mil para fazer publicidade oficial em cinco jornais de São Paulo que não existem.
As publicações fictícias são vinculadas à Laujar Empresa Jornalística S/C Ltda, com sede registrada num imóvel fechado e vazio, em São Bernardo do Campo (SP).
Essa empresa aparece em 11º lugar num ranking de 1.132 empresas que, desde o início do governo Dilma Rousseff, receberam recursos públicos da Presidência para veicular propaganda do governo em diários impressos.
Embora esteja à frente de empresas responsáveis por publicações de ampla circulação e tradição no país, como o gaúcho "Zero Hora" e o carioca "O Dia", a Laujar não publica nenhum jornal.
Os cinco títulos da empresa beneficiados pela Presidência inexistem em bancas do ABC Paulista, onde supostamente são editados, não são cadastrados em nenhum sindicato de nenhuma categoria do universo editorial e são completamente desconhecidos de jornalistas e jornaleiros da região.
Também não aparecem em cadastros municipais de jornais aptos a fazer publicidade de prefeituras.
SEMELHANÇA
Além disso, exemplares enviados à Presidência como provas de que as publicações existem contêm sinais de serem forjados.
A Laujar mandou as supostas edições do dia 15 de março do ano passado do "Jornal do ABC Paulista", "O Dia de Guarulhos", "Gazeta de Osasco", "Diário de Cubatão" e "O Paulistano".
Todas elas têm os mesmos textos --a única diferença é o nome da publicação.
Uma das "reportagens" apresentadas contém declarações do então ministro do Trabalho, Carlos Lupi, dadas no próprio dia 15. O que torna impossível a impressão ter ocorrido na data informada nos jornais.
Na verdade, o texto é uma cópia de uma nota publicada no site da Folha na tarde daquele dia.
As impressões têm também um suposto anúncio de meia página da Unimed. A empresa de planos de saúde, no entanto, informou à Folha que nunca fez publicidade em nenhum dos "jornais" da empresa Laujar.
Também há registros de pagamentos efetuados pela Caixa Econômica Federal à empresa, mas os valores não foram divulgados pelo banco federal.
Editoria de Arte/Folhapress
CHECAGEM
Para comprovar a existência de uma publicação que receberá dinheiro público para veicular propaganda federal, o governo exige apenas o envio de seis exemplares de datas aleatórias, definidas pela Secom, que é a Secretaria de Comunicação Social da Presidência.
Além disso, o órgão pede documento, registrado em cartório, no qual é o próprio responsável pelo veículo quem atesta sua tiragem.
A Laujar, por exemplo, declarou que seus jornais tinham uma tiragem total de 250 mil exemplares, vendidos por R$ 2,50 cada.
Se a informação fosse verdadeira, as supostas publicações da empresa teriam, juntas, uma circulação parecida com a do jornal "O Globo", a quinta maior do país.
A Secom informou que, em maio, excluiu a empresa de seu cadastro.
Não pela inexistência dos cinco "jornais", entretanto, mas porque segundo o órgão eles não falavam sobre questões específicas dos municípios onde circulavam.
Com isso, diz a secretaria da Presidência, a empresa não cumpriu o princípio da "regionalização" na distribuição de verbas publicitárias.
OUTRO LADO
A Secom (Secretaria de Comunicação Social da Presidência), responsável pela liberação dos pagamentos à Laujar, disse que seguiu todas as exigências internas para a efetivação dos repasses.
Sobre o critério que a levou a escolher os jornais da empresa, afirmou que seguiu a "diretriz de regionalização" da publicidade oficial.
Ainda assim, informou em nota que, caso sejam encontrados "indícios de irregularidade, não hesitará em adotar medidas administrativas e/ou judiciais, de forma a garantir a preservação dos recursos públicos".
A Presidência admitiu não ter feito verificações "in loco" para checar a existência dos jornais, mas citou o Anuário de Mídia produzido pela editora Meio&Mensagem, voltado para o mercado publicitário, para respaldar a versão de que os jornais existem.
No entanto, a editora informou à Folha que não faz checagem para a inclusão de veículos em seu anuário. Basta que a empresa envie dados gerais, como a tiragem, por e-mail ou por telefone.
A Propeg, agência que repassou o dinheiro da Secom, disse que não havia restrição à Laujar quando a verba foi transferida. "No exercício de 2011 não havia qualquer pendência de comprovação que desabonasse o referido veículo", disse a diretora de mídia, Neide Santos.
A Caixa Econômica informou que a escolha dos meios de comunicação "levam em conta critério técnicos de mídia e as necessidades estratégicas da empresa".
O dono da Laujar, Wilson Nascimento, disse que os jornais existem.
Ele afirma que o grupo de publicações existe há 24 anos e que elas circulam de terça a sábado. "Você encontra nas principais bancas da região [ABC Paulista]."
Ao ser confrontado com a informação de que a reportagem não encontrou os jornais, disse: "Na periferia você encontra".
Mas Nascimento não quis indicar em qual banca. Também se negou a dizer o endereço da redação e do parque gráfico que diz possuir.
Em Guarulhos, por exemplo, donos de banca desconhecem os jornais. A pedido da Folha, Nascimento mostrou dois exemplares. Ambos apresentam o suposto anúncio da Unimed, que a própria empresa disse não ter feito, e textos copiados da internet.
Os títulos trazem no cabeçalho o mesmo lema da Folha, "um jornal a serviço do Brasil".
Sobre o anúncio da Unimed, Nascimento disse se referir a um contrato com corretor "independente". Ele disse ainda que o dinheiro que recebeu é menor do que o informado pelo governo.

sábado, 10 de novembro de 2012

Conclusão e Reflexão de um Companheiro do PSOL de Betim


INFELIZMENTE NO brasil A PODRIDÃO É TANTA QUE OS POLITICOS FDP, BANDIDO, CORRUPTOS QUE ESTÃO BARRADOS PELA lei da ficha limpa, ESTÃO AGORA INDICANDO ESPOSA, FILHOS, PARENTES AMIGOS PARA CONCORREREM AS ELEIÇÕES. ASSIM SENDO OS INDICADOS SÃO POLITICOS DE DIREITO E OS POLITICOS FICHA SUJA FICAM SENDO POLITICOS DE FATO, EXERCENDO TODO O COMANDO DO DINHEIRO PÚBLICO NOS BASTIDORES DAS ADMINISTRAÇÕES PÚBLICAS.
CONFESSO A VCS, QUE EU TENTO GOSTAR DO país, MAS, COMO POSSO EU GOSTAR DE UM país EM QUE ELE (país) NÃO GOSTA DE MIM E NEM DE SEU POVO. O país NÃO RESPEITA E NÃO CUMPRE SEQUER A constituição da republica.        PAGO OS MAIS ALTOS IMPOSTOS DO MUNDO, VIVEMOS NUMA GUERRA CIVIL NÃO OFICIALIZADA, MAS, EXISTENTE DE FATO, PAGO A GASOLINA MAIS CARA DO MUNDO E DE PÉSSIMA QUALIDADE, TEMOS OS SERVIÇOS ESSENCIAIS SUCATEADOS PELOS PRÓPRIOS ADMINISTRADORES PÚBLICOS, TEMOS UM país MERGULHADO NA CORRUPÇÃO, NA PROSTITUÇÃO DE NOSSAS CRIANÇAS, OS NOSSOS IDOSOS E CRIANÇAS MORRENDO EM PORTAS DE HOSPITAIS, ETC.........
 
REFLITA COMIGO:
 
QUEM AMA ESSE país CHAMADO Brasil, SÃO AS MULTINAÇIONAIS, OS BANQUEIROS, OS INVESTIDORES E AS MINERADORAS, QUE RETIRAM TODA A NOSSA RIQUEZA PARA PROPORCIONAREM QUALIDADE DE VIDA PARA AS POPULAÇÕES DOS PAÍSES DE 1º MUNDO.
 
“QUEM SABE UM DIA EU VENHA A TER ORGULHO DE SER CIDADÃO BRASILEIRO”
 
Paulo Peixoto-Pai de família, trabalhador e pagador de impostos.

domingo, 28 de outubro de 2012

Corrupção... Reflita.


clóvis rossi

janela para o mundo

28/10/2012 - 03h00

Corruptos falam a mesma língua

Formidável a coincidência de reações de corruptos mundo afora quando apanhados com a mão na massa. Repassemos corrupções da semana para compará-las com o mensalão brasileiro.
Na Itália, Silvio Berlusconi, três vezes primeiro-ministro, foi condenado a quatro anos de prisão por evasão fiscal. Usou companhias "off-shore" para evitar impostos sobre os direitos que sua empresa Mediaset adquirira de filmes americanos.
É o famoso caixa dois, tão presente no julgamento do mensalão. Na Itália, por muito que o país tenha fama de corrupto, ninguém se orgulha nem confessa caixa dois.
No Brasil, ao contrário, até o presidente da República da época, Luiz Inácio Lula da Silva, deu o caixa dois como desculpa para o que chamou de "erros" de seu partido. Segundo Lula, o PT fizera "apenas" o que todo o mundo faz, ou seja, caixa dois.
Por mais que seu ministro da Justiça à época, Márcio Thomaz Bastos, tivesse dito que esse esquema é "coisa de bandido", advogados dos réus voltaram à tese do caixa dois em pleno Supremo Tribunal Federal, para espanto e indignação da ministra Cármen Lúcia.
Menos mal que, cá como lá, puniu-se a evasão fiscal que acompanha ineroxavelmente o caixa dois.
Passemos à reação dos condenados: aqui, a condenação não passou, para os réus, de uma conspiração da direita mancomunada com os juízes do Supremo contra líderes que ainda se acham de esquerda.
Na Itália, Berlusconi, que responde judicialmente em mil e um casos, passou a vida dizendo que tudo não passava de perseguição de juízes esquerdistas, açulados pelos comunistas, onipresentes na retórica da direita, especialmente quando se trata de defender o indefensável.
Mudemos de continente e de regime, para a Ásia, mais exatamente a China, uma ditadura, ao contrário de Brasil e Itália. O "New York Times" acusa o presidente comunista Wen Jiabao de ter feito a mágica da multiplicação do dinheiro a favor de sua família, como se fosse um empedernido capitalista.
No Brasil, é arquiconhecido o fato de que famílias de políticos, especialmente caciques regionais, enriquecem muito rapidamente sempre que o patriarca chega ao poder, que, de resto, transmite de geração em geração.
Nem na ditatorial China nem no democrático Brasil houve, até agora, condenações mesmo quando há sérias suspeitas de que o enriquecimento não é produto exatamente das habilidades insuperáveis dos políticos e seus familiares.
Mas a reação, cá como lá, não é muito diferente. Na China, o governo simplesmente tirou do ar o "New York Times" e baniu, de suas redes sociais, palavras que pudessem conduzir o público a se informar sobre as denúncias.
No Brasil, é conhecida a ideia fixa de muita gente graúda do partido mais atingido pelas condenações do mensalão de defender o "controle da mídia".
Sorte que, na democracia, não podem fazer o que os chineses fazem, mas a fúria censória é idêntica.
Como se vê, corruptos são todos iguais, em todas as latitudes.
crossi@uol.com.br
Clóvis Rossi
Clóvis Rossi é repórter especial e membro do Conselho Editorial da Folha, ganhador dos prêmios Maria Moors Cabot (EUA) e da Fundación por un Nuevo Periodismo Iberoamericano. Assina coluna às terças, quintas e domingos no caderno "Mundo". É autor, entre outras obras, de "Enviado Especial: 25 Anos ao Redor do Mundo" e "O Que é Jornalismo". Escreve às terças, quintas e domingos na versão impressa do caderno "Mundo" e às sextas no site.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Que feio para "BETIM".


24/10/2012 às 23:49
Cidadania: População se revolta contra vereadores de Betim
Vereadores de Betim votaram na calada da noite um projeto criado pela mesa diretora de aumento de mais de 60% para ses próprios salários, prefeito, vice, secretários e procurador do município.

A resolução (nº 1.757/2012) de autoria da Mesa Diretora da Câmara Municipal da cidade de Betim do Estado de Minas Gerais, cujos componentes são os vereadores Nehemias Araújo - PV, Marcão do Universal - PSDB, Pãozinho - PV, Waldir Teixeira - PV e Wagner Rosa - PSC, que concedeu o aumento de 60% (subsídio mensal de R$7.500,00 para R$ 12.025,00) aos legisladores municipais eleitos e reeleitos em 2012.

Quem quiser colaborar contra essa afronta ao povo da cidade é só manifestar no abaixo assinado abaixo:

Abaixo-assinado Contra o aumento de 60% do salário dos vereadores de Betim - MG

Para:MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MINAS GERAIS


Nós, abaixo-assinados, pela presente, solicitamos mui respeitosamente a V. Sa, Ilustre Representante do Parquet, a análise da viabilidade da tomada das medidas judiciais cabíveis, visando a ANULAÇÃO da resolução (nº 1.757/2012) de autoria da Mesa Diretora da Câmara Municipal da cidade de Betim do Estado de Minas Gerais, cujos componentes são os vereadores Nehemias Araújo - PV, Marcão do Universal - PSDB, Pãozinho - PV, Waldir Teixeira - PV e Wagner Rosa - PSC, que concedeu o aumento de 60% (subsídio mensal de R$7.500,00 para R$ 12.025,00) aos legisladores municipais eleitos e reeleitos em 2012. O aumento foi aprovado com redação final em 02/10/2012 e publicado no diário oficial no dia 06/10/2012, às vésperas do processo eleitoral (de forma que a população não teve tempo, nem informações suficientes sobre quais vereadores aprovaram este aumento). Solicitamos as medidas judiciais cabíveis em face da resolução supracitada considerando que: 

1) A Constituição Federal determina em seu artigo 37 que toda administração pública brasileira deve obedecer aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. 

2) A publicidade é um conceito importante, porque é através deste princípio que o cidadão tem o direito de conhecer os atos praticados na administração pública, em cada detalhe, para o exercício do controle social. 

3) No seu artigo 70, parágrafo único, a Constituição Federal define quem tem obrigação de prestar contas, ou seja: “Prestará contas qualquer pessoa física ou jurídica, pública ou privada, que utilize, arrecade, guarde, gerencie ou administre dinheiros, bens e valores públicos ou pelos quais a União responda, ou que, em nome desta, assuma obrigações de natureza pecuniária”. 

4) A Constituição Federal no artigo 5º, inciso XXXIII, reforça a necessidade de publicidade para o controle social: “Todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado”. 

5) Outro princípio que a administração pública brasileira deve obedecer é o princípio da transparência, fundamentada também na Lei de Responsabilidade Fiscal, que possui um capítulo específico sobre transparência, fiscalização e controle social, para que a sociedade possa ter conhecimento, e exerça a fiscalização e controle das ações públicas.

6) No seu artigo 48, a Lei de Responsabilidade Fiscal especifica os instrumentos de transparência, ou seja: “Planos, orçamentos e lei de diretrizes orçamentárias; as prestações de contas e o respectivo parecer prévio; o Relatório Resumido da Execução Orçamentária e o Relatório de Gestão Fiscal; e as versões simplificadas desses documentos”. 

7) O projeto de resolução para aumento dos subsídios dos vereadores em 60% foi aprovado com prejuízo na publicidade, transparência, fiscalização, controle social, debates, participação popular, presença massiva da sociedade civil no plenário. Estas violações estão comprovadas na matéria jornalística do Jornal O TEMPO Betim do dia 11/10/2012 (caderno de política). 

Face ao exposto, e diante da farta demonstração das violações ocorridas, reiteramos nossa solicitação pelas medidas judiciais cabíveis, visando a anulação dessa resolução votada na Câmara Municipal de Betim no dia 02/10/2012. 

Respeitosamente

Os signatários
Assine: Abaixo-assinado contra aumento de 61% vereadores de Betim - MG colabore http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=CMB2012

terça-feira, 9 de outubro de 2012

A "Esquerda" que toda Direita quer... quem diria!


09/10/2012 - 12h30

Lula e Temer selam apoio do PMDB a Haddad

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CATIA SEABRA
LUIZA BANDEIRA
DE SÃO PAULO
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve na manhã desta terça-feira (9) na casa do vice-presidente Michel Temer para fechar o apoio do PMDB à candidatura do petista Fernando Haddad à Prefeitura de São Paulo.
O encontro contou com a participação de Haddad e do candidato derrotado Gabriel Chalita (PMDB).
Além da participação em uma possível administração Haddad, o PMDB pediu incorporação de cinco pontos do programa de Chalita ao plano de governo petista, incluindo a implantação de UPAs (Unidades de Pronto-Atendimento) em São Paulo e de dois corredores expressos na cidade.
O PMDB se reúne às 13h para selar o acordo, que será oficialmente anunciado amanhã.
O acordo entre os dois partidos começou a ser costurado ontem em encontro entre Temer e a presidente Dilma Rousseff, em Brasília.
Na reunião, Temer, que é presidente licenciado do PMDB, impôs a participação na máquina municipal proporcional à que o partido tem no plano federal.
O apoio do PT ao PMDB em Natal e Florianópolis também entrou na pauta. Os dois discutiram ainda a aproximação entre PT e PMDB como instrumento para conter crescimento do PSB.
Embora não tenham falado diretamente sobre cargos no governo federal, a expectativa no PMDB era também de ampliar espaço na Esplanada dos Ministérios.
Haddad vai disputar o segundo turno da eleição paulistana com o tucano José Serra.
Chalita cresceu no fim da campanha e obteve 13,6% dos votos válidos, ficando em quarto lugar.
Já o petista ficou com 28,98% dos votos válidos contra 30,75% de Serra. Celso Russomanno (PRB) ficou em terceiro lugar, com 21,6% dos votos
13,6%.
OUTROS APOIOS
Ministros de Dilma estão escalados para a costura de apoios. Hoje, Brizola Neto (Trabalho) recebe Paulinho da Força (PDT), para dissuadi-lo da aliança com Serra.
Marcelo Crivella (Pesca), por sua vez, tentará aplacar a mágoa de Russomanno com Hadadd, a quem atribui sua queda nas pesquisas.

domingo, 7 de outubro de 2012

Eleições 2012 - Reflexão


07/10/2012 - 04h15

TSE deve liberar um terço dos candidatos ficha-suja

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CLARA ROMAN
DANIEL CARVALHO
VALMAR HUPSEL FILHO
DE SÃO PAULO
A recente decisão do Tribunal Superior Eleitoral que não considera ficha suja o político com contas rejeitadas apenas pelos tribunais de contas pode livrar cerca de um terço dos candidatos a prefeito barrados até agora pela Justiça.
Segundo levantamento da Folha, dos 477 candidatos a prefeito com registro indeferido com base na Lei da Ficha Limpa, 255 entraram na lista porque tiveram as contas de gestões anteriores rejeitadas.
Esse total inclui 96 políticos com contas rejeitadas pelos tribunais de contas e pelo Legislativo (38%) e 159 com contas rejeitadas só pelos tribunais de contas (62%).
Pelo entendimento do TSE, esses 159 políticos barrados devem ser considerados fichas limpas. Há duas semanas, o TSE já liberou a candidatura de Sandoval de Santana (PSB) a prefeito de Brejão (PE). Ele teve as contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado, mas a decisão não foi ratificada na Câmara.
Juízes de primeira e segunda instâncias já haviam autorizado essa candidatura com base nesse argumento.
Ao analisar recurso contra o candidato, os ministros do TSE consolidaram o entendimento de que apenas o Legislativo tem poder para rejeitar as contas de um gestor.
A decisão pode servir de referência para o julgamento de processos semelhantes. O caso deve seguir ao Supremo Tribunal Federal, que dará a palavra final sobre o tema.
Até anteontem o TSE havia recebido 6.548 recursos de registros de candidaturas a vereador, prefeito e vice, sendo 2.985 relacionados à Ficha Limpa. O TSE já julgou 2.847 casos, dos quais 678 decisões envolvem a nova lei. Os resultados não foram divulgados.
"Esse [entendimento do TSE] é um duro golpe na aplicação da Ficha Limpa porque a maioria dos indeferimentos foi por causa de rejeição de contas pelos tribunais", disse o juiz Márlon Reis.
Para Ophir Cavalcante, presidente da OAB, a decisão decreta a falência dos tribunais de contas pois os deixa "reféns dos arranjos locais".

sábado, 6 de outubro de 2012

Eleições 2012 - Chegou o momento de escolher bem nossos governantes, é só não vacilar para não se arrepender no futuro.


Ficha Limpa ameaça quase três mil candidatos nestas eleições

BRASÍLIA - Até a manhã desta sexta-feira, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebeu 6.535 recursos sobre registros de candidaturas para as eleições deste domingo, entre os quais 2.985 recursos relativos à Lei da Ficha Limpa. Segundo balanço da Corte, até agora 2.835 recursos já foram julgados com decisões favoráveis e contrárias aos candidatos.
Em relação aos 2.985 relativos à Lei da Ficha Limpa, 678 recursos já foram julgados, mas estão pendentes porque há recursos contra decisões, em sua grande maioria, dadas de forma individual pelo ministros (decisões monocráticas). Há outros 155 recursos da Lei da Ficha Limpa, que têm decisão definitiva do TSE.
O candidato que não conseguiu uma decisão definitiva em relação a seu registro de candidatura participa da eleição, mas só assumirá, se for eleito, depois de uma decisão definitiva da justiça em seu favor. Quando o registro é negado pelo TSE, o candidato pode receber os votos, mas eles não são computados. É preciso aguardar o julgamento final de seu caso. Quando o registro é garantido pelo TSE, mas ainda cabe recurso, os votos são computados, mas pode ser desconsiderados, se a decisão final não for favorável ao candidato. Normalmente, a decisão final do registro é dada pelo plenário do TSE. Mas há quem tente recorrer ao plenário do Supremo Tribunal Federal, instância final de recurso.
O Tribunal ainda divulgou que 395 cidades vão receber auxilio de forças federais. Apenas na sessão de ontem do tribunal, os pedidos por forças armadas feitos por 127 cidades foram votados ontem. Outros ainda podem ser decididos hoje.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Boa... faz sentido.


 
Nas eleições deste ano, houve uma explosão bem visível de candidatos “malacabados”. É gente montado em cadeira, puxando cachorro e prejudicado geral das partes que não acaba mais…. Todo mundo disputando uma vaga de prefeito ou vereador.
Na minha página do Facebook se multiplicam os pedidos de “vote em mim” porque eu sou igual a você! Vote em mim porque eu não vou correr do eleitor! Vote no ceguinho porque ele não vai enxergar os cofres para roubar!
Traduzo esse momento de tantas candidaturas como de oportunistas que querem uma boquinha para mamar nas tetas públicas, mas também de valorização da oportunidade de tentar “morder” um espaço para representar uma causa legítima e incandescente na realidade brasileira: a da inclusão, da necessidade de promover acessos.
Ri pra mais de metro com pedidos de algumas pessoas para que eu indicasse um desses estropiados para ser votado. Mas neeeeem a pau Juvenal! :cool:
Meu negócio é ficar do lá de cá tacando pedra em quem está do lado de lá não durma! A escolha de um candidato é um processo de convicções pessoais que deve ser feita baseada em valores, em pesquisa, e em análise dos sujeitos que se candidatam.

Charge mostra eleitor, diante da urna, dizendo que vai votar, dessa vez, em candidato que canta legal, em outro que faz dar gargalhada…
“Ôh tio, mas um candidato que ande montado em cadeira de rodas não pode ter uma visão mais voltada para o povo que vive no mundo paralelo de quem tem uma deficiência?”
Pero que si, pero que no… né?! :lol:   . Para saquear cofres governamentais, para se ligar a bandidos que só querem tirar proveito da coisa pública, para sacanear o povo não é preciso ser inteirinho das partes, não.
Mas reconheço que mais pessoas com deficiência na política representam uma evolução de integração social. Mostra que as pessoas estão mais ligadas em todas as demandas da vida. A diversidade de candidatos dá mais chance para o eleitor.
Pode ser que o cidadão do time dos quebrados que concorra tenha mais conhecimento de causa e, assim, possa ter resultados mais efetivos se eleito. Temos já alguns exemplos disso.
Diante da urna, candidato faz “minha mãe mandou escolher esse daqui, mas como eu sou teimoso…

Contudo, fazer pela inclusão, pelo pleno acesso tem de ser prerrogativa de todo bom candidato que quer fazer uma cidade melhor, um país melhor. Ter uma deficiência, volto a dizer, não é atestado de integridade moral, de competência para falar a seus pares, de comprometimento.
O mais importante é que, no domingo, as ações feitas nas urnas de todo o Brasil, sil, sil sejam bem pensadas.
Eu não voto em deficiente. Eu voto em cidadão comprometido, em quem tenha competência, em quem seja e pareça honesto, em quem tenha ideias e planos que melhorem a vida das pessoas, independentemente de suas condições físicas e sensoriais.
Bom voto a todos e beijos nas crianças!
* Imagens do Google Imagnes

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Pequeno e grave deslize...


clóvis rossi

janela para o mundo

04/10/2012 - 03h30

Ditadura é melhor que "problemas" ?

DE LIMA
A presidente Dilma Rousseff soltou uma frase perigosa, em seu discurso na sessão de inauguração da 3ª Cúpula Aspa (América do Sul/Países Árabes).
Para justificar seu repúdio a uma intervenção externa na crise síria, usou os exemplos de Líbia e Iraque, países com "graves problemas, que provêm de conflitos internos agravados por intervenções externas".
Se eu tivesse má vontade com a presidente, diria que ela está sugerindo que ditaduras como as de Saddam Hussein e de Muammar Gaddafi são preferíveis aos problemas gerados pela queda de ambos, fato só possível pela intervenção militar externa.
Imagino que não seja esse o pensamento da presidente. Ela está apenas manifestando a convicção de que a soberania de cada país é inviolável em qualquer circunstância, mesmo que seja utilizada para massacrar os próprios concidadãos, casos de Iraque e Líbia antes e da Síria agora.
Para a diplomacia brasileira, hoje e sempre, nós não temos nada a ver com isso.
Discordo: o que afeta o ser humano, na Síria como no Brasil, me diz respeito, sim, senhor.
Vale, de qualquer modo, discutir se ditaduras são preferíveis a "problemas" como os que a Síria enfrenta no momento.
Os atentados de ontem no centro de Aleppo dão a entender que não. Sem uma intervenção externa (não necessariamente com tropas), a ditadura vai continuar matando, e a oposição recorrerá crescentemente a atos de terrorismo como os de ontem.
Posto de outra forma: mesmo sem intervenção de fora, ditaduras geram problemas suficientes para horrorizar gente civilizada.
Ainda mais que, como lembrou Nabil El-Araby, secretário-geral da Liga Árabe, as iniciativas internacionais até agora foram incapazes de conter a "hemorragia" na Síria.
De todo modo, só líbios e iraquianos podem dizer se estão melhor agora, depois das ações militares que depuseram ou ajudaram a depor seus ditadores, ou com eles no poder.
O que os de fora podem dizer é o que escreveu Tom Malinowski, diretor em Washington da Human Rights Watch, para a "Foreign Policy".
Primeiro, lembrou que os líbios mostraram solidariedade com os Estados Unidos depois do ataque a sua missão em Benghazi que levou à morte de quatro funcionários, entre eles o embaixador. Mesmo assim, continua, "a solidariedade que os líbios sentem para com países que os respaldaram (...) não é por si mesma argumento suficiente para uma intervenção militar na Síria ou em outro lugar".
Até aí, portanto, Malinovski concorda com Dilma. Mas, em seguida, vem um ponto que a diplomacia brasileira faria bem em discutir antes de aferrar-se à soberania como valor absoluto: "As pessoas que se liberam elas próprias de ditaduras no mundo árabe serão mais suscetíveis de ajudar e ouvir aqueles que as ajudam (e vice-versa).
"Enredar-se nos problemas que surgem com a Primavera Árabe não é algo perigoso para os Estados Unidos, se for com base em princípios e se alinhar Washington com pessoas que lutam por sua dignidade e direitos humanos".
Vale para Washington, vale para Brasília.
Clóvis Rossi
Clóvis Rossi é repórter especial e membro do Conselho Editorial da Folha, ganhador dos prêmios Maria Moors Cabot (EUA) e da Fundación por un Nuevo Periodismo Iberoamericano. Assina coluna às terças, quintas e domingos no caderno "Mundo". É autor, entre outras obras, de "Enviado Especial: 25 Anos ao Redor do Mundo e "O Que é Jornalismo". Escreve às terças, quintas e domingos na versão impressa do caderno "Mundo" e às sextas no site.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Eleições 2012 - O baixo nível não se vê somente em Betim, no Brasil todo se vê baixarias.


gilberto dimenstein

 

03/10/2012 - 07h35

Fiquei ainda mais frustrado

Comentei aqui que essa foi a eleição municipal mais medíocre que eu já assisti, tamanha a ausência de debates sobre propostas viáveis e inovadoras para São Paulo. Nesta fase final piorou ainda mais, com o eleitor perdendo a possibilidade de decidir seu voto vendo aos debates finais na televisão, cancelados por Record e Globo. Nem isso sobrou.
O baixo nível dos ataques cresceu ainda mais, com acusações que nada ou quase nada têm a ver com uma eleição municipal. A imprensa até tentar tirar alguma coisa dos candidatos, analisando suas propostas. Não sai quase nada, apenas vagas intenções, que são, na verdade, construídas por marqueteiros. Nos debates dessa eleição, as grandes estrelas foram os corruptos e religiosos --e, em alguns casos, corruptos religiosos. Veja quantas fotos dos candidatos nos templos e igrejas.
Já estava frustrado, não vi ninguém debater temas cruciais para uma metrópole do século 21, como estímulos à economia criativa, estimulando os talentos da cidade e atraindo empregos.
Um ponto positivo, porém, me chamou a atenção: todos os candidatos colocaram na agenda a educação integral e a ampliação dos cuidados da faixa de crianças de zero a seis anos.
Gilberto Dimenstein
Gilberto Dimenstein ganhou os principais prêmios destinados a jornalistas e escritores. Integra uma incubadora de projetos de Harvard (Advanced Leadership Initiative). Desenvolve o Catraca Livre, eleito o melhor blog de cidadania em língua portuguesa pela Deutsche Welle. É morador da Vila Madalena.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Provavelmente jura não ter culpa...e foi condenado. Que pena!


02/10/2012 - 16h41

Condenado por mensalão, Valdemar diz que vai recorrer a corte internacional

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MÁRCIO FALCÃO
DE BRASÍLIA
Um dia após ser condenado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) no julgamento do mensalão por três crimes, o deputado federal Valdemar Costa Neto (PR-SP) anunciou nesta terça-feira que vai recorrer à Comissão Interamericana de Direitos Humanos, ligada à OEA (Organização dos Estados Americanos), para garantir o reexame do seu caso.
Valdemar disse que não cogita renunciar ao mandato na Câmara, críticou o julgamento do mensalão pelo STF e sustentou que não vendeu apoio em votações de projetos durante os primeiros anos do governo Lula, como apontou a maioria dos ministros do Supremo.
O deputado ainda saiu em defesa do ex-ministro José Dirceu e do ex-presidente do PT, José Genoino, que também são réus no processo, negando a participação deles em negociações financeiras do PT após a eleição vitoriosa do ex-presidente Lula em 2002.
"Apelarei até as últimas instâncias do planeta para garantir o inviolável direito a uma defesa que seja examinada em duas oportunidades distintas de julgamento, para garantir que alguém saiba a verdade", disse Valdemar, que diz ter "confiança na Justiça brasileira".
Saulo Cruz - 24.ju.2011/Agência Câmara
Deputado Valdemar Costa Neto(PR-SP)
Deputado Valdemar Costa Neto(PR-SP)
Segundo o advogado do deputado, Marcelo Bessa, o recurso à OEA será protocolado após a conclusão do julgamento pelo STF. Bessa disse que a ideia é que um organismo internacional garanta o direito a segunda instância de julgamento, que pode ser o próprio Supremo. Ele disse que já houve jurisprudência na comissão, que determinou o reexame de um processo na Colômbia.
O deputado foi condenado por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Ele voltou a apontar que houve um acordo eleitoral entre PT e PL (atual PR) na campanha presidencial de 2002 e que os repasses entre os partidos eram caixa dois eleitoral. Ontem, a maioria dos ministros entendeu que o mensalão foi a compra de apoio político para a formação da base aliada nos primeiros anos do governo Lula.
"Não sou inocente, mas nunca vivi de lavagem de dinheiro, corrupção ou formação de quadrilha. Apenas fui condenado pelo crime errado, como, certamente ficará provado com a garantia do direito ao duplo grau de jurisdição", afirmou.
O deputado disse que ao longo do julgamento os ministros "negligenciaram provas importantes como o testemunho do saudoso ex-vice-presidente José Alencar" que negou o esquema. Ele afirmou ainda que sua "mãe ainda não entendeu o papel do relator, em uma crítica indireta ao ministro Joaquim Barbosa.
DELÚBIO
Questionado sobre eventual participação do comando do PT, Costa Neto negou e responsabilizou o ex-tesoureiro Delúbio Soares do partido pelo que chamou de caixa dois.
"Após a posse do Lula, o Lula e o Zé Dirceu nunca mais tocaram nesse assunto [acordo financeiro]. O Lula já não tinha tocado. O Zé Dirceu, com quem tratei [antes da eleição], nunca tratou de dinheiro comigo [depois da eleição]. Era tudo com o Delúbio. E nunca também com o Genoino, que não sabe nem o que é dinheiro", afirmou.
Ocupando a secretaria nacional do PR e com seis mandatos de deputado desde os anos 90, Valdemar é um dos principais articuladores do partido no Congresso.
A sigla ocupa, com 36 parlamentares, a quarta maior bancada de apoio ao governo federal. Em São Paulo, está aliada a José Serra (PSDB) na disputa pela prefeitura.
De acordo com a acusação, Valdemar era um dos líderes partidários que, entre 2003 e 2004, recebeu recursos para apoiar projetos de interesse do governo no Congresso e foi "cooptado" pelo ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, ao receber R$ 8,88 milhões.
Ele disse ainda que se o mensalão envolvesse o PSDB e o DEM talvez não tivesse o mesmo impacto. Costa Neto justificou à renúncia ao mandato em 2005, na época do escândalo, porque "queriam colocar todos os deputados do PL no COnselho de Ética"

domingo, 30 de setembro de 2012

Reflexão...

 MÉTODO GERVÁSIO

 MARCAS DE BATON NO BANHEIRO
Numa escola pública estava ocorrendo uma situação inusitada: meninas de 12
anos que usavam batom todos os dias beijavam o espelho para remover o
excesso de batom.

O diretor andava bastante aborrecido, porque o zelador tinha um trabalho
enorme para limpar o espelho ao final do dia. Mas, como sempre, na tarde
seguinte, lá estavam as mesmas marcas de batom...

Um dia o diretor juntou o bando de meninas no banheiro e explicou
pacientemente que era muito complicado limpar o espelho com todas aquelas
marcas que elas faziam. Fez uma palestra de uma hora.

No dia seguinte as marcas de batom no banheiro reapareceram.

No outro dia, o diretor juntou o bando de meninas e o zelador no banheiro, e
pediu ao zelador para demonstrar a dificuldade do trabalho. O zelador
imediatamente pegou um pano, molhou no vaso sanitário e passou no espelho.

Nunca mais apareceram marcas no espelho!

Moral da história: Há professores e há educadores.
Comunicar é sempre um desafio.
Às vezes, precisamos usar métodos diferentes para alcançar resultados.

Por quê?

•Porque a bondade que nunca repreende não é bondade: é passividade.
•Porque a paciência que nunca se esgota não é paciência: é subserviência.
•Porque a serenidade que nunca se desmancha não é serenidade: é indiferença.
•Porque a tolerância que nunca replica não é tolerância: é imbecilidade.

O saber se aprende com mestres e livros. A sabedoria se aprende com a vida.